Não. Foi escrito em português de Portugal desde a primeira palavra, e a diferença não é só de vocabulário. A ordem pela qual as estruturas aparecem segue a fonologia do português europeu, que não é a mesma do português do Brasil. As vogais átonas, as nasais e o S final comportam-se de maneira diferente, e um material traduzido ensina a criança portuguesa na ordem errada.
Todo o texto foi verificado contra o dicionário oficial de português europeu e contra 53 marcadores próprios do português do Brasil, ao longo das 32.752 palavras da coleção. Zero ocorrências. As histórias passam cá: o elétrico, as castanhas de São Martinho, as sardinhas, a praia.